Qualidade de vida relacionada à saúde dos trabalhadores de uma indústria automobilística
Resumo
Resumo: Este estudo objetivou verificar a qualidade de vida relacionada à saúde dos trabalhadores de uma indústria automobilística. Para tanto, analisou as características individuais e a incidência de doenças crônicas entre os trabalhadores inscritos no Programa de Gerenciamento de Doenças, bem como identificou quais os domínios do instrumento Short Form - 36 (SF-36) estavam interferindo na qualidade de vida dos trabalhadores. Tratou-se de uma pesquisa quantitativa, descritiva e transversal. Realizada em uma indústria automobilística de grande porte, na região Centro-Oeste do país e com a participação de 43 trabalhadores dos diversos seguimentos da indústria, diagnosticados com hipertensão arterial, dislipidemia e diabetes mellitus, que participavam do Programa Viva Saúde. Os resultados da pesquisa foram que, dos 43 trabalhadores entrevistados, a distribuição com relação ao gênero foi de 33 indivíduos do sexo masculino com 76,7% e 10 do sexo feminino, com 23,3%. O estado civil casado (a) foi informado por 39 trabalhadores (90,7%), sendo que 4 responderam ser solteiros (9,4%). Em relação à idade, a média foi de 40,79 anos com desvio padrão de 10,23 anos. Houve a prevalência de hipertensão arterial (74,4%), seguidas de hipertensão arterial associada à dislipidemia (11,6%), diabetes mellitus (9,3%), doenças cardiovasculares, hipertensão arterial associada à diabetes mellitus, apresentaram os mesmos valores (2,3%). Quanto à avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde (SF-36), a maior média do escore obtido foi no domínio Aspectos Físicos (Média: 92,44), seguidos por Aspectos Emocionais (Média: 89,92), Capacidade Funcional (Média: 87,79), Aspectos Sociais (Média: 87,5) e Saúde Mental (Média: 80,09). Em contrapartida, o domínio Dor apresentou média 71,14, enquanto Vitalidade obteve 70,7, indicando valores moderados. Já o Estado Geral da Saúde (Média: 63,19) aproximou-se de um pior escore. A análise dos dados permitiu evidenciar que a comorbidade hipertensão arterial foi mais frequente em homens, casados e com idade entre 25 e 34 anos, apresentando limitação no domínio Vitalidade, demonstrando que as doenças crônicas acarretam diminuição da qualidade de vida. Neste estudo, o SF-36 mostrou ser um instrumento confiável e a qualidade de vida dos trabalhadores verificada apresentou pontuações indicando percepção positiva desse constructo.
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